[Cobertura] A segunda parte da Brasil Game Show 2016

Voltamos!

E de cara, eu aconselho a visitar os estandes das desenvolvedoras independentes BRs na BGS do ano que vem.

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Além de ser rápido, você ficará por dentro da evolução dos jogos nacionais. Com certeza, muitos se perguntarão o porquê de deixar passar tanto jogo bom, por preconceito, às vezes. Os indie games também se destacaram atraindo muitos curiosos para seus respectivos estandes.

Espaço coberto por desenvolvedores brasileiros de muito talento, e que nos dão animo para acompanhar o mercado nacional. Destaque para Trajes Fatais, Black Iris, Tiny Little Bastards, Lampião Verde e Crown Brawl. (Farei um post detalhando mais sobre eles futuramente =D)

Chase: Se você se cansar de tanta empolgação e quer dar um pause para descansar e se alimentar, comida gostosa não faltou lá! Até o Cinemark marcou presença com as pipocas delícias dele. Tinham milhares de opções, e eu resolvi praticar o meu descanso assistindo uma boa partida do torneio de Dota 2. Os locutores eram engraçados, me senti assistindo um Super Bowl onde os jogadores não se mexem. A torcida até gritava, era genial.

brasil03Confesso que fiquei boquiaberto com a organização desse ano. O mapa foi essencial, já que você roda o local inteiro várias vezes, e mesmo assim dá para se perder pelos estandes. Matar a saudade dos fliperamas foi uma das coisas que mais alegrou e me divertiu, mostrou o quanto estou enferrujado nos contras.

Pegando carona na nostalgia, a revista Warpzone marcou presença com seus livros e revistas dedicados a quem cresceu e viu como os games evoluíram e marcaram diversas épocas. Não aguentei e levei pelo menos dois livros (“Clássicos: Mortal Kombat” e “101 Jogos inesquecíveis do Nintendo 64”).

Há também livros de biografias de personagens e histórias de outros consoles. Mas em geral, foi uma experiência ótima, me rendeu partidas muito maravilhosas, e foi ótimo pra saber quais jogos irei comprar ou não, até por que nada melhor do que experimentar antes de investir, não é?

Chase: Mas como nem tudo é perfeito e lindo, o evento teve pontos baixos também. Um que achei baixíssimo foi focar o evento em youtubers. Não tenho absolutamente nada contra – eu mesma sou uma -, porém, a BGS errou em focar o evento apenas neles. A grande maioria nem gamer era. No estande da Ubisoft, por exemplo, eles mostraram um pouco de gameplay de Watch Dogs 2, e já logo partiram o dia inteiro para youtubers. Onde eu andava tinham pessoas correndo para vê-los, qualquer estande que estava lotado não por causa do jogo.

Às vezes, era difícil andar também porque algum decidia andar pelo evento rodeado de seguranças e pessoas histéricas. Seguranças, sério? Foi desgastante, mas era só evitar os ambientes por ora que tudo ficava tranquilo novamente. Acho que seria bom focarem em jogos realmente, em novidades, e tentar melhorar o acesso para experimentarmos os jogos, do que investir apenas em ‘meet and greet’ de youtubers que mal conheço!

Fotos: Facebook BGS

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About the Author

Gui Benicio

Gamer apaixonado pelos jogos de luta e por Kingdom Hearts. Um grande entusiasta do cinema, quadrinhos e animes em geral.

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