[Cobertura] Brasil Game Show surpreende em sua 10ª edição

Salve salve!

Levamos a patota gamer do AN para conferir de pertinho como foi a BGS 2017!

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Leo Luz: Lembro como se fosse ontem quando Kell e eu chegamos à primeira edição paulista da Brasil Game Show, até então sendo realizada apenas no Rio de Janeiro. A emoção de voltar 10 anos depois tomou conta de mim lembrando como estava a geração de consoles anteriormente e o que o evento prometia para este ano.

Em 2017, Playstation e Xbox dominaram o espaço dos grandes, dividindo lucros (e muuuuuuuitas filas) com Activision e Gwent: The Witcher Card Game. Era uma média de 1h30 para 5 minutos de partida. FIFA e PES rolavam nos telões, enquanto um estande da Razer atraia curiosos com youtubers famosos.

Para mim, o ponto alto foi o espaço indie com mínimas filas para jogar protótipos e games já consagrados no mercado (e no Catarse) para Trajes Fatais. Ainda que no beta test, fomos muito bem recebidos no estande do jogo de terror Restless: Face do Demônio e, nos últimos minutos de feira, conhecemos o sensacional Children of Morta. BGS 2018 nos vemos aí!

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Penna: Que evento minha gente! Foi minha primeira de muitas, com certeza. O clima estava muito bom, a companhia também e as atrações maravilhosas. Das partes que consegui visitar, estavam bem organizados e atraentes ao público.

As grandes produtoras trouxeram suas novidades das mais diversas formas, não somente com o teste dos games, mas com cosplays, quiz e outros tantos meios. Agora o que mais me chamou atenção, e que gastei mais tempo, foram os estandes das produtoras independentes. Muitos jogos promissores por vir que me cativaram logo de cara. Valeu cada centavo e segundo investido no evento.

Gui Benicio: Digo com muita satisfação que já sou veterano nesse evento. Em meu quarto ano (terceira seguida), tudo tem melhorado em relação a estrutura. Confesso que eu estava receoso sobre o fato da feira ter voltado ao local antigo, mas como expandiram a locação com mais pavilhões, acabou sendo melhor do que o esperado. Bateu um orgulho forte de ver uma atenção maior aos desenvolvedores independentes, fora que realizei o sonho de jogar Street Fighter com a partida transmitida no telão.

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Mari: Há anos quero ir na BGS e, quando você finalmente consegue, já se encontra na décima edição. E é muito melhor do que imaginava! Foi enorme a emoção desde quando avistei aquela maravilhosa entrada ao evento, até a hora da despedida. Poder comparecer à décima edição, não saber por onde começar a ver toda a variedade de atrações, mas ao mesmo tempo não deixar de apreciar tudo o que você puder nos mínimos detalhes, é algo sem comparação.

BGS realmente impressiona com a grande variedade de apresentações, estandes, gameplays, entre outros. Tudo é muito bem organizado, os apresentadores de partidas competitivas são carismáticos e a área disponibilizada para os games indies brasileiros é sensacional.

Ainda mais sobre a parte dos jogos indies brasileiros, ter a oportunidade de jogá-los, mesmo que poucos, e ver como esse mercado em ascensão no Brasil tem tantas coisas boas disponíveis é incrível. Tudo isso no evento somado ao companheirismo dos amigos de longa data e das famosas lojinhas que ninguém resiste em comprar algo, o torna completamente maravilhoso. No final, não tem como não ficar com um gostinho de quero mais. ♥

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Kell: Voltar à BGS após 9 anos foi sensacional. A feira cresceu muito, está com uma diversidade muito boa de estandes, produtoras, publicadoras, famosos e até a área de alimentação está melhor, com muito mais variedade. O evento foi muito bem organizado, estava tudo limpo e os banheiros bem acessíveis.

Eu gostaria de ter participado mais do espaço da Sony, mas a fila estava dobrando esquinas por lá. Apesar de milhares de pessoas terem passado por lá, como o espaço estava ampliado, era possível andar sem ficar se esbarrando com muita gente e o ar condicionado estava perfeito. O ponto alto definitivamente foi a área indie!

Tinha uma infinidade de desenvolvedoras independentes e fizemos questão de parar e jogar alguns, como Trajes Fatais, game 100% brasileiro que vai sair ano que vem para PS4, PC (Windows, Mac e Linux), Xbox e quem sabe para Switch e celulares. Com certeza, foi um evento incrível mesmo que só pra um dia e vou voltar nas próximas edições com certeza!

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About the Author

Leo Luz

Jornalista, fotógrafo e admirador de cultura japonesa. Gosta de jogos, mas sua paixão são as HQs. E os livros. E filmes.

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