[Cobertura] Conferimos o Angra Fest em São Paulo

Hey Ya!

Aconteceu a primeira edição do Angra Fest na casa de shows Tom Brasil.

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O evento teve início às 19h com a banda Noturnall, divulgando seu terceiro CD chamado 9 (Nine). A banda não teve sua formação oficial, já que o guitarrista Léo Mancini tinha outro compromisso agendado para a data e o baterista Aquiles Priester está em turnê pela Europa com o W.A.S.P.

Para os postos, foram chamados o baterista Henrique Pucci (ex-Project 46) e o guitarrista Mike Orlando (Adrenaline Mob). O show que durou 45 minutos começou com No Turn At All, seguida de Fight The System, Zombies (com direito a dançarinas fantasiadas de zombies, como a banda fez no Rock in Rio 2015).

O show seguiu com a única do novo álbum, a power metal Mysterious. Na sequência, a banda tocou o cover do Helloween, I Want Out, onde o vocalista Thiago Bianchi brincou que chamaria o Michael Kiske para participar. A banda seguiu com Sugar Pill e encerrou seu show com Nocturnall Human Side.

Às 20h15, era o momento do show do Massacration com Metal Is The Law, seguida de The Mummy, The Bull, Metal Milf, Evil Papagali e fechando com Metal Bucetation. Durante o show, o vocalista Detonator conversou muito, disse que o festival deveria se chamar Massa Fest, contou muitas piadas e, com cerca de 20 minutos do show, energia do local acabou, ficando todos no escuro por 5 minutos.

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Com isso, a banda disse que era o Angra que tinha desligado a energia por medo de não conseguir fazer um show melhor que a do Massacration, arrancando risos do público. Durante o período que o público aguardava o show do Angra, a energia acabou novamente, mas por um pequeno período, e o show do Angra iniciou às 22h05, com a banda tocando Newborn Me.

Seguiram com Acid Rain, Final Light, Waiting Silence, Ego Painted Grey, Time, Upper Levels, tivemos um solo de bateria de Bruno Valverde, seguido do momento que ficou somente o guitarrista Rafael Bittencourt para tocar e cantar Silent Call, voltando com a banda para Angels and Demons.

A banda fez uma pausa para mostrar uma música do novo álbum Omni, que será lançado em fevereiro de 2018. A música nova foi tocada nos PA’s da casa. Era o momento de iniciar as participações: para cantar Heroes of Sand, a banda teve a presença da vocalista Dani Nolden (Shadowside).

Para Silence and Distance, a banda convida os antigos membros, o baterista Ricardo Confessori e o baixista Luís Mariutti, que permanecem no palco para Nothing To Say, que foi cantada por Alírio Netto (ex-Khallice). Na sequência, o momento que mais aguardava, a banda convida ao palco o vocalista Geoff Tate (ex-Queensryche), Rafael conta sobre a influência que a banda teve sobre o Angra, e que algumas músicas o Angra se inspirou no Queensryche para a criação, como Time e Queen of the Night.

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E tivemos um momento único na carreira do Angra: teve início Empire, música título do aclamado álbum do Queenstyche, na sequência Fabio Lione volta ao palco, diz que começou a cantar por causa do Geoff Tate, e depois de tantos anos, para ele, Geoff continua sendo o melhor vocalista que já surgiu.

A banda toca Make Bielive e fiquei imaginando o que André Matos faria neste momento, tendo Geoff Tate cantando sua linha vocal e a inveja de não estar no mesmo palco com ele. A banda segue com Eyes of a Stranger, do clássico álbum Operation Mindcrime e encerra esse momento com o megahit do Queensryche, a balada Silent Lucidity. Um momento único, o Angra virou o Queensryche, e o Geoff Tate cantou Angra, fiquei muito feliz de poder presenciar isto, um momento histórico.

O show segui com Rebirth e retorna para o bis com o guitarrista Edu Ardanuy (ex-Dr. Sin) e Bruno Sutter para cantar I’ll See the Light Tonight (Yngwie Malmsteen), seguida da participação de Marcelo Pompeu (Korzus) para Walk (Pantera) e a banda fechando o show com o medley de Carry On/Nova Era, com os vocalistas Bruno Sutter, Thiago Bianchi, Alírio Netto e Fabio Lione.

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Rodrigo

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