[Review] Horizon: Zero Dawn é o melhor jogo do ano

Salve salve Nerds!

Sabe o que é demorar 6 meses para fazer uma review de um dos jogos TOP 3 da sua vida?

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Lançado em fevereiro – e dado como presente de aniversário para a Kell – Horizon: Zero Dawn (ou HZD para os íntimos) parece ser um dos jogos que entrará para aquela seleta coleção de jogos queridos da comunidade e daqui uns 10 anos ainda será lembrado por trazer uma história fascinante entre um mundo cercado por máquinas-animais.

A review está saindo apenas agora por dois simples fatores: 1- eu queria terminá-lo para ter uma experiência completa e 2- porque meu tempo livre para o PS4 se reduz a algumas poucas horas por semana e o dobro disso aos finais de semana. Então, o tempo foi essencial para absorver tanta informação de um jogo ‘medieval’.

HZD começa com a premissa de que estamos em um mundo completamente diferente do nosso, muito antigo, onde as cidades foram reduzidas a tribos primitivas que precisam conviver entre uma fauna rica em máquinas que se assemelham aos animais que conhecemos e a dinossauros já vividos na Terra real.

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Temos opções de cavalos, bisões, velociraptors, aranha gigantes, aves e até um tiranossauro armado até os dentes para você enfrentar assim que ganhar pontos de experiência necessários, além de uma infinidade de armas e armaduras de cada uma das tribos que vai descobrindo ao desvendar o mapa na quest principal.

Falando nela, a quest é uma das histórias mais bem amarradas de que eu já li/joguei nos últimos anos. A trama é detalhada demais, por isso o importante a saber é que você descobre como aquelas tribos estão envolvidas diretamente com a sobrevivência do planeta e também da criação das máquinas de combate do jogo.

Aos poucos – e durante todo o jogo -, vamos conhecendo melhor a protagonista Aloy e como ela tem o papel fundamental na trama e na apresentação de cada peça do imenso quebra-cabeça feito pela produtora Guerrilla Games. Enquanto a atriz holandesa Hannah Hoekstra (foto abaixo) empresta suas feições e sua interpretação de movimentos para Aloy, a voz fica a cargo da atriz Ashly Burch (Chloe em Life is Strage).

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O devastado mundo em Horizon precisa de uma guardiã para desvendar os mistérios do Deus Metálico após tantos anos de lendas e superstições a respeito do inexplorado mundo das máquinas. As tribos sempre conviveram em paz com as máquinas, mas um mal vem crescendo para o continente e espalhando terror ao converter inofensivos animais.

Aloy deve ser treinada para entender como sobreviver às máquinas corrompidas, ao mesmo tempo que um segredo do passado está próximo de ser revelado. Sua missão é ganhar território, descobrir pistas e viajar até cidades no meio do deserto para saber mais do enorme plano que envolve as máquinas e os criadores de todo este vasto mundo a ser explorado.

Em resumo, HZD tem a essência de um jogo complexo, somado a uma enorme árvore de habilidades e o carisma perfeito de Aloy. Você vive a personagem, sofre junto e se anima a encontrar diversos personagens coadjuvantes importantes para a trama principal ou mesmo aqueles que tem a função de divertir com quests secundárias. Em novembro, voltaremos ao continente de HZD para jogarmos a DLC The Frozen Wilds.

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About the Author

Leo Luz

Jornalista, fotógrafo e admirador de cultura japonesa. Gosta de jogos, mas sua paixão são as HQs. E os livros. E filmes.

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