[Review] Já montou seu baralho virtual em Yu-Gi-Oh! Duel Links?

Olá olá Nerds!

Depois de fazer sucesso na infância, as cartas de Yu-Gi-Oh! estão de volta, desta vez online!

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Quem aqui – lendo este texto – não se lembra do famoso grito: ‘Yu-Gi-Oooooooooooooh!’ do anime? Nossa infância era tão boa nas manhãs de televisão e desenhos animados decentes, mas por favor, não assista novamente. O primeiro episódio é muito ruim. (lágrimas).

Por outro lado, o AN recomenda muito o mais novo jogo mobile da personagem: Yu-Gi-Oh! Duel Links, possível de baixar no iTunes e Google Play da vida. E diferente de Mario Run, este não precisa pagar e passar de vez. Tudo gratuito, a não ser que você é rico e queira usar dinheiro de verdade… enfim.

Duel Links irá colocar você no papel de Yugi, o jovem detentor do poder ancestral egípcio, enfrentando desafios com o Coração das Cartas. Nada de herdar o baralho do avô, é simples e objetivo: você tem missões e duelos durante todo o tempo que ficar online e irá desafiar amigos como Joey e Téa, e até vilões conhecidos: Kaiba!

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A principal estratégia é montar o deck principal de Yugi, com as cartas clássicas (MAGO NEGRO!!!!!) e também com Magias e Armadilhas a sua escolha para enfrentar a inteligência artificial do jogo. Há o modo de duelar contra amigos, mas o lag de internet é alto demais, então fica somente o conselho.

O jogo disponibiliza locais para compra de cartas (booster) com a moeda do próprio jogo e isso ajuda (e muito) na hora de precisar de uma carta mais potente para derrubar o adversário. São quatro tipos de booster e uma infinidade de montagens de decks. O legal é balancear seu deck com monstros de ‘descarte’ para poder os mais fortes em jogo.

Yu-Gi-Oh! Duel Links é uma releitura do clássico anime – com seus elementos de realidade virtual – agora na tela do celular. Vale a pena pela nostalgia e buscar uma estratégia de como ficar com o deck cada vez melhor.

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About the Author

Leo Luz

Jornalista, fotógrafo e admirador de cultura japonesa. Gosta de jogos, mas sua paixão são as HQs. E os livros. E filmes.

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